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Onda Latina

terça
19.Jun 2018
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A arte da paquera PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jamil Alves   
06-Jun-2018
jamil_-_ilustracao_-_divulgacao.jpgHoje em dia, paquerar olho no olho é uma arte em desuso. Embora “paquerar olho no olho” possa parecer construção com pleonasmo, há outro tipo de paquera muito em voga atualmente: a paquera online – na qual não se valoriza o olho no olho, mas sim o “aquilo naquilo” sem blablablá nem preliminares.         

Este mundo em que a paquera cara a cara vai cada vez mais cedendo seu lugar à caça na virtualidade dos aplicativos e das salas de batepapo me assusta um bocado!         

Paquerar assim exige certo grau de maturidade que muitos jovens, hoje em dia, não têm. A geração Y, também chamada pejorativamente de geração mimimi, é composta por uma meninada superprotegida pelos pais, umas coisicas frágeis, uns cristaizinhos fuleiros que racham com qualquer berro, que nem precisa ser tão agudo.

 

Tenho um amigo de longa data, um pouco mais velho que eu, que usa diversos aplicativos para a caça contemporânea: “Ai, Jamil, se liga. Se eu não usar nenhum aplicativo nem nada online para arrumar namoro ou sexo atualmente, eu viro uma ‘gaynossaura’” – e Saulo me fala, com certo “encantamento frio”, das maravilhas e da praticidade dos aplicativos: “você diz o que curte, coloca a sua descrição, suas medidas, alguma foto e plim, alguém te chama e rola um sexo”. 

         

Na paquera à moda antiga, sem apetrechos tecnológicos, saber ouvir um não era a lição número 1 a ser aprendida. Mas agora um nãozinho inocente pode provocar grandes abalos na autoestima da galera, um não qualquer pode produzir crises existenciais regadas a fartas doses de ritalina e sessões de análise. “Como assim ele não gosta de mim? Que absurdo!”. “Quem essa mina pensa que é para me dispensar?”.

 

 Quando rola um clima desses, a paquera nem acontece, e os dispositivos eletrônicos acabam filtrando todos os nãos, imprescindíveis ao nosso processo de conhecimento de nós mesmos e do outro. Num encontro presencial e ao acaso, sempre rola um sentimento diferente, um feeling se a coisa vai dar certo ou não.         

Quando pessoas se atraem e resolvem se entregar à paquera, tudo é motivo de graça, mesmo que as preferências pareçam bem desencontradas, como em coisas do tipo “eu prefiro rock anos 80, mas ela prefere sertanejo universitário”.          

No entanto, precisamos dar a mão à palmatória quanto ao fato de que, independentemente da geração, nós humanos somos seres bastante contraditórios. Tanto aplicativo, sala de bate-papo e um sem-fim de possibilidades de arrumar alguém para casar ou para um sexo casual, e muita gente ainda se preocupa com o que vão pensar dela. Por que as mulheres, em geral, ainda acham que ir para a cama no primeiro encontro é roubada? Se ele não ligar no dia seguinte ou achá-la uma vadia, quem se importa? O que você, amiguinha, estaria perdendo em não dar continuidade à relação com um cara que tem a cabeça ainda lá no passado, que divide “as mina” em “pracasá” e “prapegá”?         

Não sejamos hipócritas: seja da forma que for, online ou vis-à-vis, nossas relações amorosas se consumam na cama (na sala, na cozinha, no tapete, enfim...). Não se ama completamente alguém antes de saber como a pessoa é no sexo. É claro que não precisamos transar com qualquer um que cruze nosso caminho. Porém, vez ou outra, com alguém que nos desperte certo sentimento talvez valha ao menos o gosto bom da aventura. 

 

Atualizado em ( 06-Jun-2018 )
 
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